sexta-feira, 30 de agosto de 2013

A Câmara dos Deputados analisa a Proposta de Emenda à Constituição

Proposta revoga sistema tributário e institui imposto único

PEC também estabelece divisão de receitas entre União, estados e municípios.
TV Câmara
Dep. Mendonça Prado (DEM-SE)
Mendonça Prado: PEC torna mais justa a repartição das receitas.
A Câmara dos Deputados analisa a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 333/13, do deputado Mendonça Prado (DEM-SE), que revoga o Sistema Tributário Nacional para instituir a adoção de um imposto único sobre todas as transações financeiras no País.
Conforme a PEC, 40% das receitas do tributo único serão repassadas mensalmente aos municípios; 40% aos estados; e 20% para a União. Caberão ao Distrito Federal os recursos previstos a estados e municípios.
A distribuição da arrecadação atenderá a critérios de distribuição equânime, baseada na densidade demográfica, nas desigualdades regionais e sociais, atendendo às particularidades de cada ente federado.
A efetiva cobrança do imposto único e a forma de repasse dos valores à União, aos estados e aos municípios deverão ser regulamentadas via lei complementar.
Simplificação
Mendonça Prado argumenta que a proposta pretende simplificar o modelo tributário, bem como evitar a evasão fiscal, uma vez que sobre todas as transações será recolhido um percentual para o Estado.
O parlamentar acrescenta que a PEC torna mais justa a repartição das receitas. Na visão dele, o sistema atual privilegia a instância federal. “Não há mais condições para que a União continue a centralizar os recursos, enquanto estados e municípios permanecem em situação de penúria”, diz.
Tramitação
Inicialmente, a proposta será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) quanto à sua admissibilidade. Se aprovada, ainda terá de ser examinada por uma comissão especial criada especialmente para esse fim, antes de seguir para votação, em dois turnos, no Plenário.

A pesada carga tributaria

O imposto único é uma proposta de reforma tributária idealizada pelo economista Marcos Cintra,1 que propõe a substituição, no Brasil, de todos os tributos por apenas um, sobre movimentação financeira, cobrado sobre cada parte de uma transação bancária (débito e crédito). Para substituir toda a arrecadação tributárianacional a alíquota do tributo sobre movimentação financeira seria de 2,65% no débitos e 2,65% no crédito bancários. O imposto único seria cobrado da mesma forma que a extinta CPMF, porém com alíquota maior; no entanto, seria não um imposto a mais como o caso daquela, mas sim uma substituição de todos os demais impostos. As alegadas vantagens descritas por seus defensores seriam em primeiro lugar o fato de o imposto único ser considerado insonegável; alegam também que reduziria os gastos com a contratação de fiscais da receita, e também que evitaria transtornos para as pessoas de terem que sempre estar fazendo cálculos e gastando dinheiro com advogados e contadores.



A pesada carga tributaria

A carga tributária do Brasil – a relação entre o que o governo arrecada em impostos e o Produto Interno Bruto (PIB) – cresceu 9,33% entre 2010 e 2012. O dado consta de documento divulgado nesta segunda-feira pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Em 2010, a carga tributária brasileira correspondia a 33,2% do PIB e passou para 36,3% em 2012, último dado disponível da OCDE.
Queremos Mudança
De acordo com o chefe do escritório das Américas da OCDE, Christian Daude, a arrecadação de impostos tem crescido na América Latina, enquanto permanece estável nos países que fazem parte da OCDE (lista formada por 34 nações, da qual o Brasil não faz parte). “As receitas (com impostos)  têm crescido nos últimos dez anos na região, ainda que lentamente, passando de 16,4% do PIB em 2000, para 20,7%, em 2012. Enquanto isso, as receitas dos países da OCDE se mantiveram um pouco mais estáveis devido à crise e ao crescimento pequeno pós-crise.” Esse porcentual para as nações do bloco estava em 34,1% em 2011, segundo o documento. Para Daude, isso se explica porque os países latino-americanos têm maior taxa de informalidade no mercado de trabalho e costumam ter mais isenções fiscais.
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domingo, 25 de agosto de 2013

CAMPANHA PELO IMPOSTO UNICO

EU FIQUEI SABENDO QUE DE TUDO O QUE COMPRO,PAGO MAIS DE IMPOSTO DO QUE PELO PRODUTO! DIZEM POR AI QUE A GRANA QUE TIRAM DE NOSSO BOLSO VAI PARA AS OBRAS! DIZEM QUE PARA O FUNDO SOCIAL. PARA EDUCAÇÃO...E ATÉ AGORA NINGUÉM VIU REALMENTE A COR DESTE DINHEIRO! OS POLÍTICOS FAZEM AS LEIS ...MAS PARECE QUE QUE FICAM MAIS RICOS E POVO CADA VEZ MAIS POBRE! DIZEM POR AI QUE O CULPADO SÃO OS IMPOSTOS,ATÉ BOLSA FAMÍLIA... ,BOLSA,ALUGUEL,ETC.... AGORA PERGUNTO? VOCÊ É A FAVOR DO IMPOSTO ÚNICO? PARTICIPE DESTA CAMPANHA PELO FIM DOS IMPOSTOS ABUSIVOS !!